sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Limpando a agenda de telefones

Aprendi que as pessoas ficam em nossas vidas o tempo necessário, nem um minuto a mais ou a menos. Elas se vão quando é hora de ir, quando não há nada mais a acrescentar ou transmitir. Às vezes é doído, às vezes é um alívio e às vezes elas vão se afastando tão lentamente que quando você percebe leva um susto porque elas simplesmente não estão mais lá onde costumavam estar. Então fica um pouco de saudade, um outro tanto de lembranças, um objeto esquecido, um ensinamento qualquer e a vida segue seu curso natural: pessoas chegam, pessoas partem. Algumas iluminam por uma fração de segundo nosso existência para em seguida desaparecerem e outras ficam por muito, muito tempo que até parece que ficaram para sempre. 

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