quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Viajante

Estou perdida em algum lugar entre as Américas e a Oceania, em algum tempo obscuro entre o adeus e o agora. Não há mapas que mostrem a direção, não vejo estrelas, minjha bússola esqueci em tuas mãos. Sem rastros ou pegadas para seguir, viajo sem rumo, estradas infinitas se abrem à minha frente. E o gosto de poeira na boca, o sol na pele. Quando se está perdido não se escolhe caminho.



2 comentários:

  1. Também gostei muito. Quero comentar algo mais construtivo, mas as palavras não saem...rs. Fantástico!

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