São Paulo são muitas
São várias, são diversas
São como eu, como você.
São cidades que se cruzam
Que se aceitam e se repelem.
São as pernas brancas da menina,
A fala gringa do vizinho,
O homem que cala,
O outro que fala,
A música ecoando pela rua.
São Paulo são cores indecisas
São Marias, Pedros, Severinos,
São Paulos.
São todos,
Somos nós.
terra dos sãos e dos estãos.
ResponderExcluiradorei...d+
mau
São Paulo é de tirar o fôlego. Como o seu poema!
ResponderExcluirAmei. Bjos.
Quem disse que precisava de crônica? Você traduziu em poucas palavras tudo aquilo que São Paulo pode ser. Poema impecável. Parabéns!
ResponderExcluirvai aqui outra coisa, completamente diferente pois qualquer tentativa de reproduzir o que escrevi com tanto elã e tanto gosto, acabaria tendo gosto de ranço...
ResponderExcluirComo sempre o que vc escreve me deixa catando, no vento, palavras novas e aquele sentimento sempre vago de que....."como é que ela faz tanta falta!" Não esqueça de ir ao lançamento do livro da Sandra, será a maneira mais gostosa e mais linda de resgatar suas ausências, viu São Tânia...
Oi Tânia,
ResponderExcluirAdoro São Paulo eu tb!!!
Beijão e ótimo finde,
Bela - A Divorciada
Essa variedade de São Paulo realmente surpreende quem passa pela terrinha. É impressionante como por aí chove de tudo. Chove oportunidades, chove gente diferente, chove gente parecida, chove coisa pra fazer.. Talvez porque a terra da garoa mal conhece a seca, e as perspectivas brotam e rebrotam onde a vista alcança. Basta focar um rumo e não perder os pés do chão que somente seus medos vão pro ralo.
ResponderExcluirNOssa...a "boa bagunça" que é São Paulo foi muito bem mostrada em seu poema...que legal
ResponderExcluirSão Paulo! Está aí um dos lugares que tenho a maior vontade de conhecer!
ResponderExcluirPoema digno de uma grande cidade como esta.
Parabéns!
Jefferson.